domingo, 1 de janeiro de 2017

Por Glória Damasceno

Marissa me convidou para semear algumas palavras no Corpo Indisciplinado, de seios arrebitados. Não exatamente nestes termos, porque ela é um ogro de coração. Mas um ogro. Então, eu tô aqui de pantufas pro ar, no quarto visitas de sua casa, vulgo my bedroom, para lotar mais uma página do meu bloco de notas e enviar tudo prontinho para minha anfitriã. Horas passam, Mimosas são bebidas e nada de post. Welcome 2017!

No primeiro dia do ano de 2017: foca na sequencia.




E habemmus Mimosas no cafe da manha

*

Existe vida além das pantufas? Se sim, duvido que seja tão amorzinho. Really? Really!

*

Enquanto a galera do futuro já comemorava o Happy New Year, Marissa, Samira, Fatema e eu alimentávamos os Reis Leão que abrigamos. Cada, uma ninhada. 

*

Samira faz jus à máxima #QuintalPaju: "A vida é a arte do encontro". 

*

Aprendi um pouco a balançar o Saree, que não era Saree. 

*

Polidance é vida! Me aguardem. 

*

Nesta casa ninguém tem paciência pra meia noite. Nem fastio. A gente brinda/come antes, durante e no dia seguinte às 9h30 da manhã. Com neve ou sem neve. O negócio é gritar cheers pra foto/vida! 

*

As três primeiras horas do novo ano foram dedicadas a algumas crises de riso, tais como: as frases indizíveis, que eu digo plus inoportunos; os apelidos toscos que a gente (eu de novo) coloca nos coleguinha (sic) em tempos da ensino secundario e nossa performance sob o comando de Joe Cocker. Impublicável. Sorry.

*
Estamos "fondidos", diria Clint a few years ago

*
"You Can Leave Your Hat On" é hino em nossas vidas. Pra sempre.

*

beers e o vinho Ménage a Trois combustível. Pode encher o tanque, que a gente seca! Sangue de Cristo não é mais sangue. 

*

Adoro a casa de Marissa. As árvores lá fora, o vento gelado, o fim de tarde, as minhas mãos mórbidas - uma das razões de existir forno neste lar, beer/wine, lar. E o esquilo que "conheci pessoalmente". As prateleiras customizadas com todos os livros que eu amaria ler e o talento de Ms. Christy e Mr. Simon. 

*
Adoro Marisa Monte cantando todos os dias pra gente. E o fato de não precisar me trancar dentro de casa para estar segura. O perigo parece que vive far away daqui.

*
As chaves caíram em desuso. E o barulho da vida agitada. 

*
Também amo quando ela me chama de algo derivado do "demônio". Peste? Praga? Help me, Fri ("amiga" e não Friday)!

*

Amo Mari. 

*

Quem diria que eu seria a autora da lasanha de fim de ano? Master Chef Rangel faz escola, bicho!

*

Me encanta a tranquilidade dos cômodos, quando Ethan não resolve enlouquecer um de nós. Ele tá naquela fase "trem descarrilhado"! Ninguém segura. Apesar dele não querer dormir comigo, I love esse serumaninho que insiste em me chamar de "Glorina". It's so funny

*

No countryside é tudo acolhedor. As janelas. Todas as coisas que elas despertam em meus pensamentos. Sometimes eu penso demais. Eu falo demais em português, en Castellano e a little bit in English. Cada idioma no seu tempo.

*
O combo Mr. BIddle, R., D., L., L., e Ethan é o tipo de coisa que não é coisa e a gente não compartilha. Mari compartilhou comigo. Isso diz muito sobre ela. 

*

Toda vida eu quis ter uma pantufa. Conversando com a Renatinha, Maria como eu!, chegamos à conclusão de que ter uma pantufa em trópicos que "desuneram" o juízo de tanto calor, não rola. Então provavelmente por isso não garanti uma pros meus pés, apesar da Glorinha-menina querer muito uma. E acho que foi bom mesmo eu ter procrastinado esse momento. Minhas renas são presente de Mari, como o frio maravilhoso do Illinois, razão delas existirem. E fazerem todo, todo sentido.

*

2017 começou bem. Minha fértil imaginação não alcançou tanto. 

*

Thanks, amigues! Obrigada, Biddles. 

*

All the words are ours.

Gloria Maria Damasceno 

Nenhum comentário:

Postar um comentário