domingo, 17 de julho de 2016

Buses Brazil

Tomamos o ônibus nas nossas varias viagens entre Aparecida e Goiânia . O menino quis saber porque as pessoas usavam as bolsas na frente, rente ao peito, protegida por uma das mãos. Não tinha necessidade de eu explicar. Um dia ele descobre. Vamos apenas, por hora, passear pela cidade e passar pelos demais terminais de ônibus. 

No centro, conhecemos o seu Roberto. Era meio-dia, minha maquiagem não tinha sobrevivido ao suor, ao calor, a Goiânia no inverno. Aquela cidade planejada, boring, inspirada (?) nos jardins franceses, sem árvores, sem jardins, concreto puro. Seu Roberto, um motorista da Rmtc, cumprimentava a todos que entravam no ônibus. Bom-dia e Seja Bem-Vinda! Eu fiz fotos dele. Eu quase fiz um podcast com ele. Obrigada, seu Roberto. 



Fiz fotos do povo nos ônibus. Os pés bem tratados. Talvez não bem tratados porém , manicurados. Apesar de sofridos. Apesar do transporte coletivo horroroso. 

Nao tenho fetiche por pés, mas os americanos não se aprontam assim. Nem aqueles que nunca pisaram em ônibus na vida. 








O meu companheirinho andou de moto com minhas irmãs e cunhados. Eu andei de moto com minhas irmãs. Na garupa, com elas gritando que eu sou uma vergonha por não saber fechar nem o capacete. As humilhações de sempre. 





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