terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Polícia militar fuzila cinco jovens negros no Rio de Janeiro

- E eu sempre penso nisso: que se a educação fosse pública pra todo mundo, se a cidade fosse aberta, se todo mundo frequentasse os mesmos espaços...
 se não houvesse apartheid social, haveria gente de classe média chorando por Wilton, por Cleiton, por Carlos Eduardo, por Wesley, por Roberto. Eles teriam amigos de classe média, teriam ido à escola juntos, frequentariam a casa, conheceriam a mãe, os irmãos. Não ia ter o silêncio que tem na Zona Sul.
Ou não ia dar pra matar os rapazes com essa certeza de impunidade. - RenataRenata Lins no Facebook

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