terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sonhando.

Quando sonhamos, sonhamos assim - teríamos como morada Floripa. Ele ama a ilha. Uma casa simples. Eu sonho em plantar parte do que comeríamos. Ele sabe que as plantas morrem em minhas mãos. Ele não entende que ele deve plantar. Ele foi a escola de agronomia. Eu não. Eu já consegui matar de amor e água uma planta que a bisavó de Ethan me deu. Era uma planta bem resistente. Enfim. Ele diz que eu poderia arranjar um emprego em Floripa enquanto ele passaria os dias entre ensinar Ethan a surfar e o market. Não vejo o mercado de acões com bons olhos. Isso não é bem o que eu acredito ser 'viver uma vida simples, sem o stress e o consumismo, etc'. Mas daí ele argumenta que o mercado de acões seria só por diversão. Eu conheço essa Bee. Ela não faz nada por diversão. Competitiva! Outra opção seria construir uma pista de motocross e planejar eventos. Tem muito dessas nos EUA. Não acho que atraíria gente no Brasil. E polui. Poluir não está nos nossos planos. Para unir vida simples, hortinhas, pomar, menos consumismo, eu sugiro o Colorado. Mas ele quer praia. Todas as areas praianas dos EUA são caríssimas e o mantra é vender. Profit, honey.

Não custa nada sonhar.

3 comentários:

  1. Sonho que se sonha só é só um sonho e tal e tal. Que lindo sonhar junto assim.

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  2. Mari, você não me conhece mas tem mais de um ano que leio seu blog (e já me sinto íntima). Li todos os posts e amei. Amo o jeito como tu escreves. Nunca comentei, mas esse post em especial me tocou: pelo sonho e por falares de Floripa, minha ilha.

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  3. Obrigada, Júlia! Emocionada aqui com seu comentário.

    Beijos, Borb!

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