sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Essas coisas.

Magérrima, diziam que ela se alimentava de sofrimento. A dieta de lágrimas.

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Não tenho nada de novo para contar no blog. Só quero contar ao vivo. Telefone, Skype, mensagens, não me servem mais. Conheci Carla. Não disse nada, mas como é bom ouvir aquele sotaque. E o medo dela não gostar de mim. Não que eu seja do tipo que try so hard to please ( ui! ) people. Né isso, mas a pessoa vem de tão longe, né? Eu gostei muito dela. Infelizmente ela não é minha vizinha. 

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Tem duas coisinhas acontecendo que estão quase me fazendo explodir. Não de felicidade. Explodir de raiva. Aquela raiva e rancor que só cancerianos armazenam. São elas - gente que só vive atrasada e gente que é mentiroso compulsivo. Eu não sei lidar com essa galera. Em ambos os casos, recomendo terapia. Como esse povo não alimenta a possibilidade de cura, eu vou cortá-los do meu circulo. 

Eu sou tão sem-vergonha. Acho que post sim, post não, eu faço uma lista de tipo de gente que cortarei da minha vida. Serei uma velha rancorosa, sozinha, daquelas que envelhecem junto com o sofá, pois não sobrará ninguém aqui no Norte pra eu estabelecer uma simples conversinha e uma cerveja. Queria ser a Fal, que quando escuta m*rda, pega o copo e vai sentar no bar. Sozinha. Não entra em confronto. 

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O fim do ano se aproxima. Ainda não fiz as fotos para o cartão de Natal. Coisa importantíssima na minha vida. Quero um Natal branco. Café. Conhaque. Cerveja IPA. Blog diarinho. Essas coisas.

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