quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Nada a declarar

Tive um surtinho, um surto que acontece anualmente, de pintar o cabelo de castanho. Liguei para meu amigo e o surto passou. Ele me convenceu do óbvio. Dá um trabalho enorme clarear cabelo. E eu gosto de mechas douradas.

Dia desses meu marido, tão ligado em tecnologia e redes sociais que, pasmem, usa o Explorer no laptop, chegou contando que o amigo lhe mostrara um aplicativo chamado Grindr. Se sentiu antenadíssimo. Eu disse que acho lindinho ele se interessar pelo universo gay e dar apoio ao amigo que saiu do armário a mais ou menos um ano atrás - mas que fazer perfil por lá, não dá. Não pode. Brinks. Lembrei que queria bater papo com alguém sobre um dos livros da série Millennium, onde uma das personagens descreve o marido e o namorado, ambos hetéros, mas com uma ilha de diferênça entre ambos. Mulher sagaz aquela...

Por falar em gays, levei sogra a dois points gays do Rio de Janeiro e Chicago. Posto 9 e a Halsted Street. Fiz fotinha dela e só depois disse do que se tratava o bafão alí. Mãe não moveria uma sobrancelha de espanto, mas sogrão precisa de uns choquinhos de realidade de vez em quando.

Estava eu tentando desencalhar o amigo, mostrando zilhões de fotos do outro amigo, quando ele diz que - ele é lindo e talz, mas que ele gosta de homens tipo bears, ( Toni Ramos style). Está cada vez mais dificil ser um cupido de sucesso.

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