sábado, 14 de agosto de 2010

Um M&M aqui, um M&M acolá

Hoje vou a uma festa de despedida de solteira em que a noiva contratou stripers para entreter as convidadas. Stripers masculinos. Até que enfim a vida parece fazer sentido novamente. Rá! Se tem uma palavra que acho que vou usar para descrever essa festa será hilarious. Eu vou dar muita risada com o constrangimento mal disfarçado de algumas mulheres e vou ter crise de risos com as crises de riso que certamente muitas vão ter ao ver os meninos peladões. A minha grande expectativa é que sogra foi convidada e diz que vai comparecer. Meia idade, filha do Midwest, 38 de casada e muitos véus e anáguas no lance. Promete. Minha amiga me envia uma mensagem dizendo que infelizmente ela não poderá ir a festa mas que eu fizesse o favor de dar uma conferida nos rapazes para ela.


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Levei o bêbê ao zoo de animais domésticos. Fazia tanto calor e estava tão úmido que quase me joguei no lago dos patos.


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Eu ando tão atoa que não estou estudando nada para o TOEFL e o GRE. Entretanto, sei conjugar o verbo procrastinar direitinho.

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Ontem recebi um email tão FDP que me dei conta do quanto certas pessoas podem ser inacreditáveis.


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Sabe expatriados que ao conversar introduz palavras da lingua mãe no meio da conversa? As vezes acontece porquê a pessoa esqueceu a palavra. O famoso branco. Outras vezes é só gente cafona mesmo pensando que tá fazendo charme, coitadas. Mas o que eu queria dizer é detesto quando isso acontece. E acontece comigo o tempo todo. Tenho vontade de me gongar quando vejo que fiquei presa com a palavra na cabeça rondando sem meios de sair.


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Lembrei do post que fiz aí abaixo ao prosear com uma conhecida. Moça boa, bem tratada, excelente escolaridade, com bom emprego (a gente vê que essa descrição não pode ser usada como indicador disso ou daquilo em um estudo sociólogico) diz que tem horror do programa infantil Yo Gabba Gabba (faixa etária - 0 a 5 anos) pois, segundo ela, a atração é muito gay, o apresentador (negro) é afeminado, um dos personagens lembra um dildo e que é muito danoso para qualquer criança. Acrescentou ainda que meu filho não pode assistir o programinha pois ele torna as crianças homosexuais. Porque né, toda a explicação para a sexualidade de uma pessoa é biológica. E viva os biologuinhos evolucinonistas. E viva o preconceito.


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Como estou velha e cansada para educar essa alma petrificada de medo do Yo Gabba Gabba, abri meu melhor sorriso e ofereci mais snacks. E orei para ela desencarnar logo.


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Quero muito ir a uma U-Pick Farm como fez essa moça aqui. Mas sobreviverei ao calor, a umidade e aos mosquitos?


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Vou ilustrar o post com a foto do nunucho tomando banho em um dos cartões postais de Chicago.



3 comentários:

  1. ah, esses pais preconceituosos que querem 'proteger' seus filhos... me dão uma preguiça, que eu faria o mesmo que você, haha.

    http://hugberries.blogspot.com

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  2. Coisa mais chata, neh Babi!

    E nao eh, Elis! Menino fofo se acabando na fonte. bjinhos proces e obrigada pela visita.

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