terça-feira, 4 de maio de 2010

Preguiça

Vem aí o Dia das Mães.
Não comemoramos este feriado aqui em casa. (Comemoramos com presentes os aniversários e só). Os motivos são muitos mas o maior deles é que trata-se de um feriado comercial. Daí a gente se aproveita disso e corre longe das flores murchas, restaurantes lotados, lojas cheias com decoração cafonésima e a pizza fria. Mas o presente eu aceito antes ou depois do feriado, tá? Assim, ganhar presentes sem razão nenhuma. Só na espontaneidade. Mesmo depois de eu postar meu texto sobre o Mito da Maternidade, ainda tem gente me enviando email com textos tosqueiras sobre o dia da mães. O melhor mesmo são os tais gifts piscantes, flamejantes. Oremos.

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Ando numa preguiça horrorosa. Semana passada não fiz nada do que deveria ter feito para ontem e atrasei todo meu plano de estudo. Mas vi milhões de filmes. Mas ver filmes não vai me ajudar muito a passar nos testes.

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A mocinha daqui que vai entrar para a familia mês que vem, jogou na mesa, de novo, a questão de que se ela deve trocar o sobrenome ao casar ou não. Personalidade, não trabalhamos. No midwest americanos menos ainda.

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Preciso de um whisky ou de um Rivotril? Dúvida enorme.

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O que uma brasileira, apaixonada por futebol, faz na época de Copa do Mundo em um país que nem sabe o que vem a ser uma cobrança de escanteio?

3 comentários:

  1. Ah, eu já fui blasé com datas comemorativas (sei que não é seu caso) e concluí que perdi de fazer muita festa. Desde que a Nina nasceu comemoramos de tudo, acho que só não rola dia do síndico. Vamos juntar mãe, sogra, piazada, fazer um churrasco (ãin... boring) e trocar presentes. Mas te entendo! Quanto à mocinha, ai ai. Why so serious. Toma uma dose. (quanto ao futebol, sinto muito, também ficaria chateada)

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  2. Sabe porque eu nao comemoro? Porque to longe de minha familia. Com eles eu comemoraria...:(

    Vou tomar uma dose entao e por a Globo Internacional de volta aqui em casa no mes da Copa. bjks

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  3. Eu te entendo. Também estou longe da minha família e no começo desanimava de comemorar as datas mais importantes, mas meu marido me ensinou a valorizar as datas especiais e agora comemoramos tudo. Presentes trocamos por qualquer besteira, seja a data importante ou não, mesmo sem data nenhuma, só porque deu na nossa telha. Assim que é bom, quando é espontaneo e independe do dia, da hora e do preço. Os presentes mais caprichados ficam para o Natal e aniversário de casamento.

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